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É impossível falar de cinema e não falar das musicas que marcaram época, musicas eternas que se imortalizaram através das telas dos cinemas. a musica é o tempero do filme,quase imperceptível,as vezes  nem  notamos, mas ela esta La mexendo com o nosso inconsciente.

Quem não se lembra da musica Dirty dance de Ritmo quente da dança de Patrick Swayze  e Jennifer grey, simplesmente emocionante,quantas mulheres que na época eram garotinhas e que até hoje vibram ao ouvir essa música e lembram até do que estavam fazendo na época ,do colégio das amigas e principalmente  da história do filme.

Outra música marcante é a do filme Ghost, DO OUTRO LADO DA VIDA, quantas pessoas não se emocionam ao ouvir essa música e com certeza  o que vem na nossa cabeça é o filme e a imagem do casal Patrick Swayze e  Demi  Moore, naquela parte que eles estão juntos fazendo o vaso, é impressionante.

Outra música marcante é a do filme UMA LINDA MULHER, ao  ouvimos essa musica é impossível não lembrar do casal Richard Gere e Julia Roberts,é impossível não lembrar da cena de Richard Gere no teto da limusine e a expressão do sorriso da atriz Julia Roberts olhando para baixo.

È impossível  falar de musica no cinema e não falar do filme um amor pra recordar,quando a atriz , Mandy Moore canta  a musica Orly Hope para o ator Shane West.simplesmente inesquecível.

Desculpe os outros clássicos, é impossível relatar todos,mas da pra entender um pouco da importância da musica no cinema. E em nossas vidas.

 

Sabe-se que muito do que vemos e ouvimos, exerce certa influência em nossas vidas, em algumas pessoas mais em outras menos, sendo então  gostaria de falar, sobre a influência do cinema na vida cotidiana da sociedade.

Influência negativa, temos visto o tabaco sempre presente em muitas produções, vemos o charuto circulando nos filmes com conotação de poder e prepotência; Ex. nos filmes de máfia sempre é visto o chefão fumando um charuto, pois o mesmo torna seus usuários, poderosos e vitoriosos. O cigarro por sua vez sempre foi exigido nas mãos de lindas mulheres, passando a idéia que fumar é bonito, o cigarro tem sido símbolo de libertação, vendendo a idéia de liberdade de auto escolha, auto-suficiência em fin emancipação.

Sendo inegável que aqueles que aparecem fumando no cinema em muitas situações apresentan-se de forma charmosa e sensual, vendendo algo que muitas vezes não é verdadeiro.

Não podemos deixar de salientar que muitos adolescentes, passam a experimentar, álcool e cigarro após terem visto algum personagem do cinema ou da TV, bebendo ou fumando.

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Influência positiva, Também pode ser considerada como positivo bons exemplos que partem dos filmes chegando até os telespectadores, refletindo assim no comportamento, e até no estilo de vida de muitas pessoas devido à mensagem que recebem.

Vejamos alguns exemplos: atitude de amor ao próximo, ajuda humanitária, solidariedade, valorizar as pessoas que amamos e que também nos ama, superação e tantos outros.  

A filosofia e  vem do grego ( Philos = que ama + shopia= filosofia) que é na realidade um investigação critica e racional de tudo que envolve o mundo do homem, e o cinema não fica de fora dessa grande arte de questionar os princípios humanos.

O mais recente lançamento de hollywood que trata da filosofia foi o filme  A Fúria de Titans que conta no elenco com a participações  de San Worthington a estrela do filme Avatar, Liam Neeson astro do filme Busca Implacavél e Ralph Fiennes o Voldemort da consagrada série Harry Potter. O filme conta como Perseu (  San Worthington)  filho do Zeus (Liam Neeson) que representa Deus criador dos homens, acaba sendo incubido da missão de salvar a a cidade de Argol e a vida da Princesa Andromêda das mãos do terrivel Krakem liberado por Hades ( Ralph Fiennes ) em um acordo entre Zeus e Hades para destruir o homem, por causa da sua rebelião contra os Deuses. Perseu então embarca em uma grande jornada pela salvação da terra de Argol e os destinos do homens, já que ele é “ meio Deus e meio Homem”.

O filme dessa obra prima da filosofia atual O mundo de Sophia, lançado em 1999 o filme conta a vida de Sophia Amusden, uma garota de quinze anos que começa receber cartas contendo perguntas existenciais que levam essa menina a refletir sobre os grandes temas da vida, a primeira carta vem com a pergunta : “  quem é você? “  apartir dessa questão podemos entender e mergulhar na filosofia de uma forma atual e divertida.

O Mundo de Sophia foi gravado na Noruega e possui 108 minutos de duração e conta com presença dos atores noruegueses Silje Storstein, Tomas von Brömssen, Andrine Sæther, Bjørn Floberg, Hans Alfredson que mostram com perfeição a mente de Jostein Gaarder que escreveu este best-seller, recorde de leitura que hoje e usado até mesmo como recomendação acadêmica.   

Outra opção que vale apena conferir é a trilogia MATRIX, que foi inspirado no mito da caverna de Platão, Neo ( Keanu Reeves) é um dia despertado de sua ignorância por Mopheus ( Laurence Fishburne ) e embarca em uma aventura épica que nos prende a nossa atenção e nos força a pensar e compreender esse novo universo futurista e com tanta semelhança do nossa mundo natural,  conta com também com efeitos especiais inovadores e ricas imagens que tornam o filme estimulante.

Matrix (1)

Matrix (2) Reloaded

Matrix (3) Revolutions

E agora nos resta espera e conferir se são verídicos ou não os boatos hollywoodianos que será lançado o quarto filme dessa grandisosa saga da filosofia moderna.

Importância dos Desenhos Animados como Representação Ideológica: Formação da Identidade Infantil

 

Neste assunto eu proponho analisar a importância dos desenhos animados para as crianças em geral sendo que este assunto e muito questionado até os dias de hoje por psicólogos, religiosos e o publico em geral.

Há psicólogos que são a favor por causa que os desenho estimulam a criatividade da criança levando a pensar melhor e se desenvolver para o mercado de trabalho que a cada dia tem sido mais aprimorada nas questões do desenvolvimento de desenhos e ate na fabricações de vídeos games.

Também a religiosos que afirmam que o desenhos existe um ocultismo por detrás de cada desenho e são contra a divulgações , e outros psicólogos que afirmam que os desenhos estimulam a violência  nas escolas pois elas tentam imitar seus heróis ou o que eles representam.

    Na minha opinião tudo se trata de uma análise das representações artísticas e ideológicas presentes em desenhos animados, em especial nas produções estúdio Walt Disney ou nos animes, que demonstram situações cotidiano (diversidade, comportamento e relacionamento interpessoal).

E asim ate hoje a uma discussão sobre este assunto a ser proposto, cadapessoa  tem sua opinião propria sobre esse assunto , e voce o que acha eu so sei que um assunto mal resolvido gera qrandes confusões , e não se deve interfirir no conhecimento mesmo que seja muito simples como um simples desenho .

Alfred Hitchcock

Alfred Hitchcock nasceu em Leytonstone, em Essex (atual Londres). Filho de Emma e William Hitchcock,o seu pai vendia frutas e verduras, e ele tinha mais dois irmãos. Recebeu uma rígida educação católica na escola londrina St. Ignatius College, cuja estrutura escolar era baseada nos ensinamentos do jesuíta Inácio de Loyola.

Aos 14 anos Hitchcock perdeu o pai, deixou a escola e começou a trabalhar na companhia Henley, como fabricante de cabos elétricos, onde desenvolveu trabalhos como design gráfico de publicidade.

A sua carreira cinematográfica começou em 1920, com um emprego na Famous Players-Lasky, da Paramount Pictures e, durante dois anos, ele fez as telas de texto que identificavam diálogos de filmes mudos. Logo aprendeu a criar roteiros e a editar. Em 1922, tornou-se cenógrafo e assistente de direção. Em 1922 fez o seu primeiro filme, chamado Number Thirteen, mas o projeto foi abandonado. Entre 1923 e 1925, Hitchcock trabalhou em Berlim, na UFA (Universum Film AG).

A sua criatividade surpreendeu os dirigentes do estúdio, que decidiram promovê-lo a diretor e, em 1925, ele ganhou a primeira chance como diretor no filme The Pleasure Garden, feito pela Ufa Studios na Alemanha. Em 1926 estreou no suspense com o filme The Lodger: A Story of the London Fog (pt: O pensionista / br: O inquilino ou O locatário). Este filme seria o seu primeiro sucesso, baseado nos assassinatos de Jack, o Estripador. A partir daí, Hitchcock faria pelo menos uma aparição em cada uma de suas produções, o que se tornaria uma das suas marcas. Foi também o seu primeiro filme de suspense, gênero que o consagraria em todo o mundo.

No mesmo ano, casou-se com Alma Reville. Ela era assistente de diretor e trabalhava com ele na Paramount. A primeira filha do casal, Patricia, nasceu em 1928.

 Período inglês

Em 1929, Hitchcock filmou Blackmail (Chantagem e Confissão) , o primeiro filme sonoro britânico. Em 1933, Hitchcock foi trabalhar na Gaumont-British Picture Corporation, e o seu primeiro filme para a companhia chamou-se The Man Who Knew Too Much (O Homem que Sabia Demais), de 1934, que seria refilmado em 1956 com outros atores.

O seu segundo filme pela companhia foi The 39 Steps (Os 39 Degraus), de 1935, considerado o melhor filme deste período. Neste filme, pela primeira vez ele usa uma técnica chamada de MacGuffin (às vezes de McGuffin ou Maguffin), a técnica designa uma desculpa argumental que motiva aos personagens a desenvolver uma história, o que na realidade carece de relevância. É também o primeiro filme que Hitchcock usa o elemento de uma fuga de um inocente.O seu próximo sucesso foi The Lady Vanishes (A Dama Oculta) (1938), que envolvia intriga internacional.

Estes filmes chamaram a atenção de Hollywood para o diretor tanto que o produtor David O. Selznick chamou-o para trabalhar.

Período em Hollywood

Hitchcock mudou-se para os Estados Unidos em 1939 e tornou-se cidadão norte-americano em 1955. Seu primeiro filme americano foi Rebecca, que rendeu ao cineasta sua primeira indicação ao Oscar. Rebecca, que era ambientado na Inglaterra e baseado no romance de Daphne du Maurier, teve atores como Laurence Olivier e Joan Fontaine. Rebecca ganhou o Oscar de melhor filme, mas Hitchcock perdeu na disputa de diretor.

O seu segundo filme em Hollywood foi Foreign Correspondent (Correspondente Estrangeiro / Correspondente de Guerra), em 1940, filmado durante o primeiro ano da Segunda Guerra Mundial, e que também foi nomeado para o Oscar de melhor filme, mas não ganhou.

Na década de 1940, os filmes de Hitchcock tornaram-se mais diversificados, passando pelo género comédia em Mr. & Mrs. Smith (Um Casal do Barulho / Meu Marido é Solteiro) (de 1941), ao filme noir em Shadow of a Doubt (A Sombra de Uma Dúvida) (de 1943) e a ficção sobre leis em The Paradine Case (Agonia de Amor / O Caso Paradine) , de 1947.

Saboteur (Sabotador), de 1942, foi o primeiro de dois filmes feitos pela Universal; A Sombra de Uma Dúvida foi o segundo, e era um dos filmes preferidos de Hitchcock.

Spellbound (Quando Fala o Coração / A Casa Encantada) de 1945, com Ingrid Bergman e Gregory Peck,recebeu nomeação para o Oscar de melhor filme, melhor diretor e melhor ator secundário (Michael Chekhov), entre outros. O produtor David O. Selznick utilizou as suas experiências na psicanálise, e até levou aos estúdios sua terapeuta, para servir de consultora. Hitchcock fez algumas cenas baseadas no artista plástico Salvador Dalí para ilustrar certas cenas de de confusão mental, as quais Selznick odiou.

Cary Grant e Ingrid Bergman em Notorious, de 1946.

Notorious (Interlúdio / Difamação) , de 1946, onde participam Cary Grant e Ingrid Bergman, foi o primeiro filme que Hitchcock dirigiu e produziu, e que Selznick não participou da produção, feita pela RKO (Radio-Keith-Orpheum) Pictures. O filme recebeu a indicação para o Oscar de ator secundário, mas não venceu. The Paradine Case (Agonia de Amor / O Caso Paradine) , de 1947, foi seu primeiro filme colorido, e foi protagonizado por Gregory Peck.

Rope (Festim Diabólico / A Corda) de 1948, foi baseado na peça teatral de Patrick Hamilton. Embora não tenha sido seu primeiro filme como diretor e produtor, foi o primeiro em que recebeu o crédito por isso. Foi também o primeiro de uma série de filmes de sucesso estrelados por James Stewart. Baseado na história do caso de Leopold e Loeb, Rope é tido como tendo um conteúdo homossexual.

Em 1949, Hitchcock lançou o filme Under Capricorn (Sob o Signo de Capricórnio), em uma co-producção com Sidney Berstein e estrelado por Ingrid Bergman. O filme fracassou, em parte pela publicidade negativa sobre o relacionamento extraconjugal que Ingrid Bergman estava tendo com o diretor italiano Roberto Rossellini.

O filme Strangers on a Train (Pacto Sinistro / O Desconhecido do Norte-Expresso), de 1951, foi baseado no romance de Patricia Highsmith (que também escreveu The Talented Mr. Ripley (O Talentoso Ripley) e apresentou sua filha Patricia Hitchcock em um pequeno papel. Foi seu primeiro filme distribuído pela Warner Bros e, anos mais tarde, seria fonte de inspiração para Throw Momma from the Train (Jogue a Mamãe do Trem), de 1987, com Billy Crystal e Danny DeVito. Segundo Roger Ebert, vencedor do Prêmio Pulitzer e crítico de filmes, Strangers on a Train era o melhor filme de todos os tempos.

No começo dos anos 1950, a MCA e o agente Lew Wasserman, que tinha como clientes James Stewart e Janet Leigh, tiveram grande importância nos filmes de Hitchcock. Com a ajuda de Wasseraman, Hitchcock teve grande liberdade criativa para trabalhar em seus filmes.

Em 1954, o filme Dial M for Murder (Disque M Para Matar) trouxe Ray Milland e Grace Kelly nos papéis principais. Foi o primeiro filme em que Hitchcock trabalhou com Grace Kelly, baseado na peça escrita por Frederick Knotte, pela primeira vez, o diretor usou a técnica 3D.

James Stewart em Rear Window de 1954.

No mesmo ano, Hitchcock lançou o filme Rear Window (Janela Indiscreta), com James Stewart e Grace Kelly nos papéis principais. O filme é considerado um dos maiores sucessos do diretor.

No ano seguinte foi a vez de To Catch a Thief (Ladrão de Casaca) com Gary Grant e Grace Kelly. Em 1956, Hitchcok refilmou The Man Who Knew Too Much (O Homem que Sabia Demais), agora com James Stewart e Doris Day nos papéis principais. O diretor considerou a refilmagem superior ao original feito por ele em 1934. No filme, Doris Day aparece cantando a música Que Será, Será (Whatever Will Be, Will Be).

Em 1957, o diretor lançou o filme The Wrong Man (O Homem Errado / O Falso Culpado) , com Henry Fonda e Vera Miles, com roteiro baseado no livro The True Story of Christopher Emmanuel Balestrero, de Maxwell Anderson, um caso real de confusão de identidade.

Vertigo (Um Corpo Que Cai / A Mulher que Viveu Duas Vezes), com James Stewart e Kim Novak, de 1958, é visto como uma das obras-primas do diretor, embora na época tenha sido um fracasso comercial. O filme foi eleito entre os cem melhores filmes de todos os tempos pelo Instituto de Cinema Americano, em 1998.

North by Northwest (Intriga Internacional), de 1959, foi produzido pela MGM, e protagonizado por Cary Grant, Eva Marie Saint e Martin Landau, entre outros. Conta a história de um homem inocente perseguido por agentes de uma misteriosa organização. É considerado como um grande trabalho de Hitchcock.

Psycho (Psicose / Psico) , de 1960, que teve como protagonista Janet Leigh, Anthony Perkins e Vera Miles, venceu o Globo de Ouro na categoria melhor atriz coadjuvante (Janet Leigh). O filme trouxe uma das cenas mais conhecidas da história do cinema, a famosa cena do chuveiro, quando a personagem de Janet Leigh é assassinada a facadas. O filme ficou na décima oitava posição entre os 100 melhores filmes do Instituto de Cinema Americano.

Hitchcock na época das filmagens de “Os Pássaros”.

The Birds (Os Pássaros), de 1963 é baseado num conto de mesmo nome da escritora britânica Daphne Du Maurier e é protagonizado por Rod Taylor, Jessica Tandy e Tippi Hedren, esta última uma descoberta de Hitchcock. O filme inovou na trilha sonora e em efeitos especiais, e por este último motivo foi nomeado para o Oscar. Tippi Hedren, mãe da futura atris Melanie Griffith, ganhou o Globo de Ouro.

Marnie (Marnie, Confissões de uma Ladra / Marnie), de 1964, foi estrelado por Tippi Hedren e Sean Connery, e é um dos filmes clássicos de Hitchcock. Em 1966, ele lançou Torn Curtain (Cortina Rasgada), um thriller político com Paul Newman e Julie Andrews nos papéis principais.

Topaz (Topázio), filmado entre 1968 e 1969, fala sobre a Guerra Fria, e conta a história de um espião, com roteiro baseado no livro de mesmo nome escrito por Leon Uris. Foi um filme que não trouxe nenhuma grande estrela, na verdade, apenas nomes desconhecidos. Muitos acreditam que Hitchcock não quis chamar nenhuma estrela de Hollywood para este filme após alguns conflitos com Paul Newman em seu último filme.

Em 1972, Hitchcok lançou Frenzy (Frenesi / Frenzy, Perigo na Noite), um thriller sobre crime que trouxe pela primeira vez cenas de nudez e palavras de baixo calão em um de seus filmes.

O seu último filme foi Family Plot (Trama Macabra / Intriga em Família) com Karen Black e Bruce Dern.

Morte

Em 1980, Alfred Hitchcock recebeu a KBE da Ordem do Império Britânico, das mãos da Rainha Elizabeth II. Ele morreu quatro meses depois, de insuficiência renal, em sua casa em Los Angeles.

Características do cinema de Hitchcock

Suspense

O suspense de Hitchcock distinguia-se do elemento surpresa mais característico do cinema de horror. O suspense é acentuado pelo uso de música forte e dos efeitos de luz. Nos filmes hitchcockianos, a ansiedade do espectador aumenta pouco a pouco enquanto, o personagem não tem consciência do perigo. São apresentados dados ao telespectador que o personagem do filme não sabe, criando uma tensão no espectador em saber o que acontecerá quando o personagem descobrir. Em Psycho, somente o espectador vê a porta se entreabrir, esperando algo acontecer enquanto o detetive sobe a escada.

O espectador como voyeur

Em alguns filmes, o personagem age como se soubesse que o telespectador está observando sua vida. No filme “Rear Window” (1954), o personagem Lars Thorwald (interpretado por Raymond Burr) confronta Jeffries (interpretado por James Stewart) dizendo: “O que você quer de mim?” endereçando a pergunta ao telespectador com um um close em seu rosto.

Aparições do diretor em seus filmes

Hitchcock usou em vários de seus filmes o que é conhecido como cameo (camafeu em português), onde uma pessoa famosa aparece em um filme. Porém, nos filmes de Hitchcock, quem aparecia era ele próprio. Ele é visto em aparições breves, geralmente no início de seus filmes. Para não distrair o público do enredo principal, no decorrer de sua obra o diretor passou a aparecer logo no início dos filmes.

Alguns exemplos de aparições de Hitchcock são:

  • Rear Window (br. Janela Indiscreta) – aparece dentro do apartamento do pianista
  • Psycho (br. Psicose) – passa a frente do escritório de Marion trabalho com chapéu de cowboy
  • Torn Courtain (br. Cortina Rasgada) – aparece logo aos oito minutos segurando um bebê no hall do hotel em que os protagonistas se hospedam.
  • Frenzy (br. Frenesi) – aparece no início do filme, no meio da multidão que está às margens do rio quando um corpo da vítima aparece boiando.
  • Suspicion (br. Suspeita) – aparece enviando uma carta no posto dos correios da cidade.
  • Shadow of a Doubt (br. A Sombra de uma Dúvida) – aparece num trem, jogando cartas com um homem e uma mulher.
  • Spellbound (br. Quando Fala o Coração) – sai do elevador do Empire Hotel carregando uma maleta de violino e fumando um cigarro.
  • Blackmail (br. Chantagem e Confissão) – aparece em cena como um passageiro no metrô que é importunado por um garoto.
  • Family Plot (br. Intriga em Família) – aparece o seu perfil por trás do vidro de uma porta como se estivesse a falar para outra pessoa e a gesticular.
  • Dial M for Murder (br. Disque M Para Matar) – aparece no canto inferior esquerdo de uma fotografia pendurada na parede da sala.
  • The birds (br. Os Pássaros) – aparece passeando pela calçada do lado de fora da loja de animais.
  • Lifeboat (br. Um Barco e Nove Destinos) – inicialmente, o diretor teve a ideia de aparecer como um corpo boiando próximo ao barco. Porém, entusiasmado com seu sucesso na tentativa de perder peso, Hitchcock decidiu aparecer posando para fotos “Antes & Depois” a respeito de um remédio para emagrecimento chamado “Reduco”, mostrado num jornal durante o filme.
  • Rope (br. Festim Diabólico) – aparece duas vezes. Logo no início, aparece atravessando a rua. Mais tarde, uma caricatura de Hitchcock aparece num neon que reflete na janela do apartamento dos assassinos, em Nova York. Esta é uma referência à aparição feita em Lifeboat, onde se lê “Reduco”, como na aparição feita quatro anos antes.
  • Notorius (br. Interlúdio) – aparece após aproximadamente uma hora de filme em uma festa realizada na mansão de Alexander Sebastian.
  • Vertigo (br. Um Corpo Que Cai) – aparece aos exatos onze minutos de filme, caminhando com um terno em frente ao estaleiro de Gavin Elster.
  • Strangers in a Train (br. Pacto Sinistro) – aparece aos 5 minutos de filme, embarcando no trem com um contrabaixo.
  • Foreign Correspondent (br. Correspondente Estrangeiro ) – aparece aos 12 minutos de filme, lendo um jornal e usando um chapéu.
  • Rebecca (br. Rebecca, A Mulher Inesquecível) – aparece aos 126 minutos de filme, na rua, perto de uma cabine telefônica.
  • The Lady Vanishes (br. A Dama Oculta) – aparece quase ao final da Victoria Station, fumando um cigarro.
  • North by northwest (br. Intriga Internacional) – aparece logo no começo do filme correndo para pegar o ônibus.
  • Topazio (br.Topázio) – aparece na estação de trem, numa cadeira de rodas, depois se levanta para cumprimentar um homem.

 

 

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Este post é dedicado à voçê que gosta de filmes de suspense. Em se tratando de suspense Alfred Ritchcock, é insuperavel, de seus filmes meu preferido é Os Passaros.

 

A década de 50 é marcada pelo acentuar das mudanças provocadas pela II Grande Guerra e revela-se propícia para o desenvolvimento de uma nova mentalidade cinematográfica. Se na Europa tentava-se reconstruir cinematografias com a ajuda do estado, no outro lado do Atlântico a industria cinematográfica enfrentava o estado, nomeadamente nas investigações do Comité de Investigação de Actividades Anti-Americanas e na decisão do Supremo Tribunal a obrigar os estúdios de Hollywood a desfazerem-se das suas salas de cinema.

Iniciadas em 1948, as investigações do Comité ganharam um novo fôlego quando, em 1951, elementos dos Dez de Hollywood denunciaram vários outros profissionais. Como resultado, o Comité suspendeu dezenas de profissionais que só voltariam a trabalhar livremente no final da década.

A venda das salas de cinema que possuíam levou os estúdios a procurarem outras fontes de receitas e o aparecimento da televisão foi, ao mesmo tempo, uma bênção e uma dor de cabeça. Se por um lado, a televisão “roubou” espectadores às salas de cinema, também permitiu aos estúdios ganharem dinheiro com a venda de filmes para o pequeno ecrã e alguns aproveitaram as suas estruturas para produzirem conteúdos televisivos.

Para combater a fuga de espectadores das salas de cinema, os estúdios começaram a apostar em avanços tecnológicos como os filmes a três dimensões e sistemas de projecção de grande formato. Se os filmes a três dimensões, que necessitavam de uns óculos especiais para serem apreciados, não passaram de uma curiosidade, já os sistemas de projecção de grande formato, como o CinemaScope, contribuíram para o surgimento do cinema espectáculo. Assim, chegam ao grande ecrã filmes como Os 10 Mandamentos, A Volta ao Mundo em 80 Dias, Serenata à Chuva e Um Americano em Paris: verdadeiros acontecimentos cinematográficos que marcaram a década e são, ainda hoje, marcos da história da sétima arte.

Mas dos estúdios não saíam apenas filmes espectaculares e obras como Há Lodo no Cais, High Noon e A Desaparecida reflectem uma sensibilidade mais realista e influenciada pelo pós-guerra.

Após anos de quase obscuridão, a Europa vê as suas cinematografias recuperar e a década de 50 revelou-se bastante criativa e marcou uma ruptura com o passado. A França lidera essa mudança com o surgimento, no final da década, da Nouvelle Vague. Tendo por base uma visão cinematográfica mais livre e realista, onde o realizador é o autor da obra cinematográfica, o movimento deu a conhecer realizadores como François Truffaut, Alain Resnais, Jean-Luc Godard, Roger Vadim, entre outros. Grande parte destes realizadores começou as suas carreiras na revista Cahiers du Cinéma e os seus trabalhos, como Hiroshima, meu Amor, Os 400 Golpes, E Deus Criou a Mulher, entre outros, reflectem a própria sociedade em que vivem, muito longe da fantasia importada de Hollywood.

À semelhança do que se passava em França, também o cinema italiano sofre uma transformação graças a realizadores como Michelangelo Antonioni, Bernardo Bertolucci e Federico Fellini, cujos trabalhos reinventaram o cinema italiano, dando-lhe uma projecção internacional.

Na Suécia, o realizador Ingmar Bergman tem uma das suas décadas mais produtivas realizando Morangos Silvestres, O Sétimo Selo e Sorrisos de Uma Noite de Verão, que o consagram internacionalmente.

» 1950
- A Warner Bros., a Lowe’s, a RKO Radio Pictures e a 20th Century Fox são obrigadas a venderem as suas salas de cinema.

- A Ilha do Tesouro é a primeira longa-metragem de acção (não-animada) dos estúdios Disney.

- Sob o comando do produtor Arthur Freed, os musicais da Metro-Goldwyn-Mayer atingem o ponto alto durante a década.

- O western é outro género cinematográfico em alta durante a década, destacando-se obras de realizadores como John Ford, Howard Hawks, Anthony Mann, entre outros.

- A França produz, durante a década, uma média de 110 filmes por ano.
- Devido à escassez de fundos e a uma política restritiva, os filmes da Alemanha Ocidental são, durante os anos 50, muito limitados a nível criativo.

- São criadas, no Japão, duas novas produtoras: Shin-Toho e a Toei.

- Reflectindo o período pós-independência que o país vive durante os anos 50, os melodramas são muito populares na Índia.

- O México produz, durante os primeiros anos da década, uma média de 150 longas-metragens por ano.

- O governo inglês cria um fundo de apoio à produção cinematográfica, mas sem grande sucesso.

- Até à morte de Joseph Stalin, em 1953, a produção russa é dominada por filmes anti-ocidente.

- Muito embora um alto imposto sobre o entretenimento, que limita a produção cinematográfica, a Suécia distingue-se, durante a década, por dramas domésticos, nomeadamente os realizados por Ingmar Bergman.

 

 

Assim era a pornô chanchada,

Filme dividido em 3 Episódios:
Desfeito o casamento, a mulher retorna à casa dos pais levando a única filha do casal. Na primeira visita que o ex-marido faz à filha, percebe que ainda está apaixonado pela mulher, mas os pais dela impedem que haja uma reconciliação. Os dois, mesmo sendo ex-casados, são obrigados a viver situações difíceis para se amarem.

Professor de um cursinho, Haroldo, está em seu apartamento preparando as questões de uma prova. Em meio aos trabalhos, recebe a inesperada visita de uma aluna, que tenta seduzi-lo para obter as perguntas e respostas da prova.

Cansada da rotina conjugal, uma rica senhora decide largar tudo e viver com o amante. Querendo uma sentença de desquite vantajosa, contrata a sua manicure para forjar um romance com o marido, com a intenção de dar um flagrante de adultério. Percebendo a farsa, seu cabeleireiro alia-se à manicure para fazer chantagem.

Resumo de um film

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